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Campanha de lingerie investe no “diferente” e nas pessoas reais

Luis Perossi      terça-feira, 16 de agosto de 2016

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O que você pensa a respeito da ditadura da moda e dos padrões de beleza impostos pela sociedade atual? Embora o tema divida opiniões, há um ponto em que, se não na totalidade, boa parte das pessoas concordam: a diversidade existe e começa, mesmo que timidamente, reclamar o seu espaço, principalmente no universo fashionista.

Um exemplo bacana aconteceu recentemente, quando numa campanha de lingerie, a grife   Curvy Kate resolveu desafiar os padrões tidos de beleza, investindo acima de tudo, na diversidade, tanto no que diz respeito à silhueta das mulheres, e indo ainda mais além, tocando na questão dos gêneros. A ênfase na diversidade deu maior destaque tanto para a grife quanto para sua coleção, fazendo-nos refletir acerca do que é bonito, do que é certo, e outros dualismos simplistas que não condizem com a realidade da vida das pessoas.

Quebrando barreiras

Há um simbolismo nas entrelinhas da maioria das coleções e campanhas atuais de lingeries. Modelos sempre magras, brancas, com corpos moldados à “perfeição”, traduzem o sentimento de que apenas este estereótipo é o válido, é o “bonito”. A mensagem é subliminar e sutil, dizendo “sensualidade em lingerie é apenas para quem possui este padrão”.

Exatamente por isso, a atitude da Curvy Kate, em sua linha de lingeries pra lá de sensuais, denominada Scantilly, é tão louvável e marcante. A grife que já tinha um histórico de investir na sensualidade da mulher “comum”, batizou sua nova campanha de #TheNewSexy (#ONovoSexy), escolhendo 8 modelos no mínimo, inspiradoras e empoderadas, bem resolvidas com sua sexualidade, sensualidade e corpo. O resultado? A diversidade que somente um grupo formado por uma modelo transgênero, uma mulher amputada, uma blogger plus size, uma mulher que já foi anoréxica e outra que por sua vez é portadora de alopecia, poderia conquistar.

Revolucionar as estatísticas

Uma recente matéria publicada pelo site The Fashion Spot relatou algumas estatísticas relacionadas as campanhas atuais de moda. O resultado foi o seguinte:

  • De 422 modelos envolvidas nas principaiscampanhas de primavera-verão de 2016 apenas 21,8% eram negras;
  • 1,4% usavam tamanhos maiores do que 44;
  • Nenhuma era transgênero.

Com a missão de mudar esta realidade tão restritiva e possibilitar um novo viés para a palavra sexy, a Curvy kate segue trilhando o caminho contrário ao senso comum, desde sua criação, em 2009, quando ao invés de adotar como modelos as Tops do momento, buscou por meio das redes sociais, as próprias clientes da marca, para representear a beleza real nas campanhas da grife.

O que você pensa sobre iniciativas como esta? Interaja conosco, compartilhe este artigo em suas redes sociais, dê sua opinião! 

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